(Fevereiro/2005)
O Aumento no consumo de alimentos também está atrelado à qualidade embalagens
Em nota divulgada em dezembro, Edmundo Klotz, presidente da Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (www.abia.org.br) anunciou a alta de 4,43% no faturamento do setor, e de 3,88% nas vendas reais (descontada a inflação). O faturamento superior a R$ 176,2 bilhões, de aproximadamente 39 mil empresas fabricantes de alimentos foi impulsionado pelo aumento das exportações e pelo reaquecimento da economia interna. O diretor econômico da entidade, Denis Ribeiro afirmou que na indústria de alimentos foi um dos setores que mais sustentaram o equilíbrio da balança comercial brasileira. Esse desempenho foi comemorado, uma vez que o aumento em 2003, sobre o ano anterior, havia sido apenas de 6,1 % em tonelagem. Em 2004 as exportações ultrapassaram a marca dos 16,5 bilhões e as importações de alimentos somaram US$ 1,16 bilhão. Todos esses índices contribuíram para o otimismo dos empresários que estimam um crescimento de até 5% na produção e até 4% em vendas reais em 2005. Os níveis de ocupação da capacidade instalada em 2004 passou de 80%. Outro fator positivo para a indústria de alimentos (e consequentemente de embalagens) é a mudança do perfil do consumidor, que hoje prefere optar por alimentos semi prontos, congelados ou fast-food. Pesquisa do Instituto Datamark (www.datamark.com.br) aponta que o segmento de pratos prontos congelados evoluiu de 3,0 mil toneladas em 1995 para cerca de 24,7 mil toneladas em 2004.
 
 
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