(Março/2003)
AMPLIANDO HORIZONTES
A Schincariol, indústria de bebidas, apostou no mercado de águas minerais naturais e fechou o ano de 2002 com um crescimento nas vendas de 10,6%, enquanto a expansão do mercado foi de S,4%, segundo dados da ACNielsen. Com os ganhos, a empresa, que produz apenas para a demanda de até 2 litros, incluindo versões com gás e sem gás, em embalagens PET de 300ml, SOOml e 1 litro, alcançou 7,5% de participação no volume global deste segmento, com produção estimada em 48 milhões de litros. A marca já é a terceira no ranking nacional de água mineral no segmento de embalagens descartáveis e líder na versão com gás em todos os canais de distribuição, com 28,3% de participação. Diante dos bons resultados da companhia, obtidos principalmente no segmento de cerveja, a empresa, que está inaugurando neste trimestre duas novas unidades, uma em Alexânia (GO) e outra, em Recife (PE), planeja expandir-se ainda mais, construindo a sua 7º fábrica no sul do país. O plano é que no futuro todas as unidades produtivas produzam, além de cerveja, refrigerantes e águas. Somando as três novas unidades, a companhia vai elevar a atual produção de cerveja, de 17,S milhões de hectolitros, em 4,S milhões de hectolitros por ano.
 
Evolução do mercado de água mineral e cerveja (Milhões de litros)

 

Įgua mineral

Cerveja

1997

2.114

7.983

1998

2.498

8.160

1999

3.005

7.880

2000

3.220

8.230

2001

3.573

8.450

2002*

3.867

8.830

 
Complexo Industrial
Produtora de especialidades químicas, a Clariant dá mais um passo em direção à expansão de seu Complexo Industrial de Suzano, com a instalação de outras empresas do setor, com o objetivo de compartilhar espaço e infra-estrurura e reduzir custos fixos. Hoje, jáparticipam cinco companhias, sendo o Grupo MBP, fornecedor de bombonas plásticas, originário da Metalúrgica Barra do Piraí, o mais recente a ingressar no site. O grupo MBP vai transformar na nova fábrica 330 toneladas de polietileno por mês, dos quais 70% serão destinados à própria Clariant e o excedente será direcionado aos clientes de São Paulo. O projeto é transformar os 705.500 m2 de terreno num grande complexo industrial da indústria química.
Ranking de participação
As indústrias de medicamentos faturaram no Brasil US$ 4,7 bilhões no acumulado de novembro de 2001 a outubro de 2002, segundo dados do IMSHealth, divulgados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A Aventis Pharma, com uma participação de 5,85% nesse período, e um faturamento de US$ 280 milhões, lidera o ranking, seguida pela Novartis, com uma participação de 5,17% e faturamento de US$ 247,6 milhões. O laboratório nacional Aché obteve um faruramento de US$ 213 milhões, representando uma participação de 4,45% do mercado. Nas demais posições estão Pfizer, Roche, Schering Plough, J anssen-Cilag, Schering do Brasil, Bristol-Myers Squibb e Boehringer.
 
 
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