segunda-feira, 13 de março, 2017

Alta de juros nos EUA, novo complicador

A possível alta dos juros nos Estados Unidos nesta semana pode complicar as coisas aqui. Se o Comitê de Política Monetária (Fomc, na sigla em inglês) confirmar nesta quarta (15) a alta na taxa de juros norte-americana, à insegurança no cenário político se somarão outros fatores desfavoráveis ao Brasil, como a fuga de investidores na Bolsa, alta do dólar e encarecimento das importações. A decisão, dada como praticamente certa pelo mercado, não deverá atrapalhar a trajetória de corte da Selic. Além da inflação em queda, o diferencial dos juros entre os dois países ainda permanecerá muito alto: cerca de 1% nos EUA contra 12,25% aqui. 1% contra 12,25% "A expectativa é que a taxa de juros nos Estados Unidos volte a subir em 0,25 ponto porcentual. Essa alta já é amplamente aguardada pelo mercado e deve ter impacto reduzido nos ativos financeiros", ressalta o sócio-diretor da GO Associados, Gesner Oliveira. A aposta é que os juros norte-americanos vão a 1% ao ano. Em janeiro, o Comitê de Política Monetária dos EUA manteve a taxa, mas os últimos dados de atividade econômica e inflação corroboraram o cenário de alta dos juros. Emprego e renda media estão melhorando, permitindo a "normalidade" monetária. LDO de 2018 em gestão Em meio aos desafios de aprovar as reformas tributária, trabalhista e da Previdência, o governo já trabalha na proposta da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2018, o último ano da atual gestão, que ainda não sabemos quem estará de plantão no comando da República. Por lei, a proposta deve ser encaminhada ao Congresso até 15 de abril, daqui cerca de um mês. A LDO fixa as diretrizes que deverão ser seguidas pelo Poder Executivo na elaboração do projeto da Lei Orçamentária Anual (LOA). Esta, por sua vez, define onde os recursos "livres" serão gastos. China quer liderança... De olho na liderança futura do mercado de smartphones futuro, as empresas chinesas buscam novos avanços na quinta geração da tecnologia de comunicação móvel (5G). Durante o Mobile World Congress (MWC), realizado em Barcelona (Espanha), há dez dias, o maior evento mundial da área, várias empresas chinesas apresentaram novos produtos. A Huawei, por exemplo, lançou o modelo P10, o primeiro smartphone com suporte 4,5 G, com uma velocidade de download duas vezes superior aos celulares normais de 4G. ...na tecnologia 5G Já a ZTE apresentou o seu novo celular, Gigabit Phone, com uma velocidade de download de 1 Gbps, permitindo aos usuários experienciar o 5G antes da sua massificação. Zhang Jianguo, vice-presidente da ZTE, disse ao jornal chinês Diário do Povo que as empresas chinesas devem liderar o mercado de 5G, a exemplo do que aconteceu nas épocas do 2G, 3G e 4G, quando os fabricantes daquele país também ocuparam posições de vanguarda no comercio global. O governo chinês também segue de perto os estudos da tecnologia 5G.
DCI - 13/03/2017
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