sexta-feira, 10 de março, 2017

Comer fora de casa fica 8% mais caro no final de 2016, diz pesquisa

O peso dos custos da alimentação fora de casa no bolso do trabalhador aumentou 8% no final de 2016. O dado faz parte de pesquisa divulgada nesta quinta-feira (9) Pela Associação das Empresas de Refeição e Alimentação Convênio para o Trabalhador (Assert), conduzida pelo Instituto Datafolha. Segundo o levantamento, o preço das refeições fora de casa atingiu a média de R$ 30,48 no país em novembro de 2016. Com isso, o trabalhador que em 2016 recebia um salário mínimo (R$ 880) desembolsaria cerca de 82% de seus ganhos para se alimentar durante a jornada de trabalho (considerando 22 dias úteis, de segunda a sexta-feira). Em 2015, esse custo era menor, de 76%, o que aponta uma queda no poder de compra das pessoas. Entre as regiões, o Sul é onde a alimentação fora de casa mais pesa no preço do trabalhador. O preço médio por refeição é de R$ 34,34, o que significa que uma pessoa que ganhava um salário mínimo precisava gastar 85% de sua renda para se alimentar nos dias de serviço. Veja abaixo os custos médios de refeições por regiões: SUL Preço médio por refeição: R$ 34,34 Peso no bolso do trabalhador: 85% SUDESTE Preço médio por refeição: R$ 33,25 Peso no bolso do trabalhador: 83% NORDESTE Preço médio por refeição: R$ 31,82 Peso no bolso do trabalhador: 79% CENTRO-OESTE Preço médio por refeição: R$ 30,44 Peso no bolso do trabalhador: 76% NORTE Preço médio por refeição: R$ 29,31 Peso no bolso do trabalhador: 73% BRASIL Preço médio por refeição: R$ 32,94 Peso no bolso do trabalhador: 82%
G1 - 09/03/2017
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