terça-feira, 18 de abril, 2017

Porto do Pecém deve crescer 40% em movimentação

O Porto do Pecém deve crescer em cerca de 40% a movimentação de cargas em 2017 ante o ano passado. A previsão é de Danilo Serpa, diretor-presidente da Companhia de Integração Portuária do Ceará (Cearáportos). Ano passado, passaram pelo Porto 11,2 milhões de toneladas de cargas. Presente na 23ª edição do Intermodal South America até ontem, no Transmérica Expocenter, em São Paulo, Danilo diz que o Porto do Pecém prospectou novas rotas para Europa e Oeste dos Estados Unidos. Mas, este ano, o porto contou com a participação dos operadores portuários APM Terminals, Tecer e Unilink em seu estande, como ponto de apoio para atrair investidores. “Ele (Porto) está passando pela segunda expansão e estamos com novos berços, guindastes STS, (oferecem capacidade de até 80 toneladas para operação profissional em terminais de portes médio e grande), e toda infraestrutura para buscar novas linhas, novas cargas. Queremos consolidar o Pecém - há uma orientação do governador (Camilo Santana) para que o Porto seja portão de entrada, seja um hub de contêineres para o Nordeste”, diz. Além de rotas, a Cearáportos busca prospectar cargas novas dos mercados de fertilizante, de cimento e eólico. Das negociações, já foram marcadas visitas ao Pecém. Em cerca de 60 dias (dois meses) técnicos de empresas interessadas vão aportar no Ceará para conhecer a operação no Porto. Para ajudar no objetivo de trazer mais parceiros, as operadoras portuárias que estão no Pecém (APM, Tecer e Unilink) mostraram aos investidores os aportes que vêm fazendo no Pecém. “Eles operam desde 2004 e estão corroborando para o crescimento do Porto. Mas se mais empresas vierem eles disseram que vão investir mais”, diz. As empresas investiram em novidades, nos últimos seis meses, como, por exemplo, em guindastes MHC, capazes de movimentar cerca de 120 toneladas, e empilhadeiras que suportam 60 toneladas. Para saber o impacto social e econômico que o desenvolvimento do Porto do Pecém deve gerar para o Ceará, o Governo estuda fazer análise. “Conversei com César Ribeiro, da SDE (Secretaria de Desenvolvimento Econômico) sobre isso”.
GlobalFert - 17/04/2017
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