sexta-feira, 28 de julho, 2017

Dólar fecha em alta, com correção e de olho no exterior

O dólar fechou em alta em relação ao real nesta quinta-feira (27), num movimento de correção diante da agenda política ainda tranquila e de olho no mercado externo. A moeda norte-americana subiu 0,38%, a R$ 3,1561 na venda. Na semana, há alta acumulada de 0,49%. Mas, no mês e no ano, o dólar tem queda de 4,73% e 2,88%, respectivamente. O analista econômico da gestora Rio Gestão, Bernard Gonin, disse que "o mercado está voltando um pouco após" o relatório do Federal Reserve (Fed), banco central dos Estados Unidos. Na véspera, o Fed manteve a taxa de juros e mostrou sinal de confiança na economia dos Estados Unidos. O dólar fechou em alta em relação ao real nesta quinta-feira (27), num movimento de correção diante da agenda política ainda tranquila e de olho no mercado externo.O analista econômico da gestora Rio Gestão, Bernard Gonin, disse que "o mercado está voltando um pouco após" o relatório do Federal Reserve (Fed), banco central dos Estados Unidos. Na véspera, o Fed manteve a taxa de juros e mostrou sinal de confiança na economia dos Estados Unidos.No exterior, o dólar tinha leve alta ante uma cesta de moedas, após cair à mínima de 13 meses na véspera. A moeda norte-americana também tinha leve valorização ante divisas de países emergentes, como os pesos chileno e mexicano.A alta do dólar frente ao real também ocorria nesta sessão como movimento de correção, após ter ido abaixo de 3,15 reais no dia anterior."A queda da véspera foi a um preço que atraiu compradores", afirmou o operador da corretora Spinelli, José Carlos Amado. O ambiente doméstico estava mais tranquilo também, após o governo ter conseguido derrubar a liminar que impedia o aumento das alíquotas de PIS/Cofins sobre os combustíveis, reduzindo um pouco as preocupações com a situação fiscal do país. O Banco Central brasileiro vendeu integralmente a oferta de até 8,3 mil swaps cambiais tradicionais --equivalentes à venda futura de dólares-- para rolagem dos contratos que vencem em agosto. Com isso, já rolou 5,810 bilhões de dólares do total de 6,181 bilhões de dólares que vence no mês que vem.o a data para o início da redução do balanço patrimonial de US$ 4,5 trilhões do banco central. Quinze dos 17 dealers que participaram da pesquisa preveram ainda que o próximo aumento dos juros ocorrerá em dezembro, quando esperam outra elevação de 0,25 ponto, para a faixa de 1,25 a 1,50 por cento. No exterior, o dólar tinha leve alta ante uma cesta de moedas, após cair à mínima de 13 meses na véspera. A moeda norte-americana também tinha leve valorização ante divisas de países emergentes, como os pesos chileno e mexicano. A alta do dólar frente ao real também ocorria nesta sessão como movimento de correção, após ter ido abaixo de R$ 3,15 no dia anterior. "A queda da véspera foi a um preço que atraiu compradores", afirmou o operador da corretora Spinelli, José Carlos Amado. O ambiente doméstico estava mais tranquilo também, após o governo ter conseguido derrubar a liminar que impedia o aumento das alíquotas de PIS/Cofins sobre os combustíveis, reduzindo um pouco as preocupações com a situação fiscal do país. O Banco Central brasileiro vendeu integralmente a oferta de até 8,3 mil swaps cambiais tradicionais - equivalentes à venda futura de dólares - para rolagem dos contratos que vencem em agosto. Com isso, já rolou US$ 5,810 bilhões do total de US$ 6,181 bilhões que vence no mês que vem.
G1 - 27/07/2017
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