terça-feira, 29 de agosto, 2017

Cobre sobe com dólar fraco após teste de míssil norte-coreano

Os futuros de cobre e de outros metais básicos operam em alta, à medida que o dólar se desvaloriza em meio a novas preocupações com a Coreia do Norte, que ontem realizou teste com um míssil balístico que sobrevoou o território do Japão antes de cair no mar. Por volta das 7h30min (de Brasília), o cobre para três meses negociado na London Metal Exchange (LME) subia 1,46%, a US$ 6.802,00 por tonelada, atingindo o maior nível desde setembro de 2014. Na Comex, a divisão de metais da bolsa mercantil de Nova York (Nymex), o cobre para entrega em dezembro tinha alta de 0,57%, a US$ 3,1035 por libra-peso, às 8h02min (de Brasília). O índice DXY do dólar se enfraquece nesta manhã, uma vez que a tensão renovada com a Coreia do Norte favorece a demanda por moedas consideradas mais seguras, como o iene e o franco suíço. Outro ativo beneficiado pela busca de segurança e pela fraqueza do dólar é o ouro. Também às 8h02min (de Brasília), o contrato do metal precioso com vencimento em dezembro avançava 0,81%, a US$ 1.326,00 por onça-troy. O primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, descreveu a ação da Coreia do Norte como uma inédita e grave ameaça, "que prejudica seriamente a paz e a segurança na região", e pediu uma reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU. Entre outros metais na LME, os ganhos era generalizados: o zinco avançava 1,61% às 7h30min (de Brasília), a US$ 3.118,00 por tonelada; enquanto o alumínio valorizava 0,75%, a US$ 2.087,00 por tonelada; o estanho aumentava 0,56%, a US$ 20.535,00 por tonelada; o níquel saltava 2,88%, a US$ 11.800,00 por tonelada; e o chumbo subia 2,30%, a US$ 2.379,00 por tonelada.
Jornal do Comércio - 29/08/2017
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