sexta-feira, 01 de setembro, 2017

Petróleo fecha em forte alta pressionado pela queda da demanda nos EUA

Os futuros do petróleo fecharam em forte alta nesta quinta-feira (31), pressionado pela queda da demanda com a interrupção de operação de diversas refinarias norte-americanas com a passagem da tempestade Harvey. A alta entretanto foi insuficiente para reverter a direção negativa do mês. Em Nova York, o petróleo para entrega em setembro subiu US$ 1,27, para fechar a US$ 47,23 o barril, enquanto o Brent, em Londres, valorizou US$ 2,00, e encerrou a sessão a US$ 52,73 o barril. Às 9h33, o barril de Brent para novembro negociado na ICE, em Londres, tinha alta de 0,59%, a US$ 51,03. Já o barril de WTI para entrega em outubro, negociado no Nymex, em Nova York, avançava 0,20%, a US$ 46,05. Às 15h39, o barril de WTI tinha alta de 2,46%, a US$ 47,09. No mesmo horário, o barril de Brent tinha alta de 3,80%, a US$ 52,66. Quase uma semana depois de a tempestade Harvey alcançar a indústria de petróleo do Texas, um terço da capacidade de refino dos EUA segue fora de operação, um total de 4,4 milhões de barris/dia. Com refinarias paradas, o receio de uma falta de combustível nos EUA aumenta, o que fez com que o governo liberasse o acesso às reservas estratégicas de 500 mil barris de petróleo para uma refinaria em operação no estado vizinho da Louisiana. Apesar da alta, o petróleo encerra o mês de agosto com perdas de 6% e segue no caminho da quinta semana consecutiva de desvalorização. Enquanto isso, os futuros de gasolina dispararam para a máxima de dois anos nesta quinta-feira com relatório de que a maior refinaria dos EUA deverá ficar fora de operação por duas semanas, o que aumentou o risco de uma falta de combustível.
Jornal do Brasil - 31/08/2017
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