quinta-feira, 22 de fevereiro, 2018

Exportações de sucos, vinhos e espumantes têm alta de 17,3% em 2017

As exportações de sucos, vinhos e espumantes nacionais somaram mais de US$ 15 milhões em 2017, avanço de 17,3% sobre o ano anterior, informou nesta segunda-feira (19) o Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), devido às ações do setor para promover os embarques. “Desde o ano passado, estamos focando no que somos mais competitivos, que é o espumante, mas calibrando estratégias para cada país, trabalhando também vinhos e o suco de uva”, disse em nota o gerente de promoção do Ibravin, Diego Bertolini. De acordo com o instituto, no ano passado a categoria de vinhos e espumantes representou quase 60% do total exportado pelo País, com uma expansão de 47,5% no valor comercializado, somando cerca de US$ 8,77 milhões. Já os sucos, entretanto, tiveram uma retração de 8,6% nas vendas, totalizando US$ 6,32 milhões. Destinos Conforme balanço do Ibravin, os produtos foram embarcados para 51 países, com os principais destinos sendo Japão, Paraguai, Estados Unidos, China, Reino Unido, México, Chile, Colômbia, Equador e República Dominicana. O gerente de promoção do Ibravin explica que o Japão aparece como principal destino das exportações em função de operações com suco concentrado. No entanto, o país também figura na quarta colocação na importação de espumantes e em sétima em vinhos, devido a contratos de fornecimento com grandes players de venda online de vinhos e redes varejistas. O país asiático ampliou em 34% o valor adquirido do Brasil em relação a 2016. Outro destaque no ano passado, informa o Ibravin, foi a América Latina. De forma agrupada, os países da região despontaram como grandes parceiros comerciais, absorvendo 41,3% do valor total negociado pelo setor. “Porém, os Estados Unidos, Reino Unido e China, por serem mercados maduros, formadores de opinião e compradores de rótulos de maior valor agregado, continuam entre os mercados-alvo do projeto”, diz. O valor médio por garrafa exportada para os Estados Unidos gira em torno de US$ 10, cinco vezes maior que o Paraguai, relata o instituto. “A partir de 2018 teremos ações voltadas para a América Latina em função de vantagens competitivas, como proximidade geográfica e também de perfil de produto. Os consumidores possuem paladar semelhante ao que temos no nosso mercado interno, que aprecia vinhos mais leves e frutados”, observa Bertolini, acrescentando o potencial da região para o suco 100% integral.
DCI - 20/02/2018
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