segunda-feira, 26 de fevereiro, 2018

País se mantém entre líderes na produção global de ração

O Brasil segue como líder na produção de ração da América Latina, com 69,9 milhões de toneladas em 2017, segundo estudo da Alltech Global Feed Survey. Globalmente, o País permanece em terceiro lugar. Brasil, México e Argentina contabilizam quase 75% da produção de ração da região, que apresentou a terceira maior taxa de crescimento ao longo dos últimos cinco anos, principalmente em alimentos para peixes, cavalos e animais de estimação, destaca a consultoria. A produção de rações alcançou um total de 1,07 bilhão de toneladas no ano passado, de acordo com o levantamento da Alltech. O crescimento observado foi de 2,57% em relação a 2016. A indústria de ração, avaliada em US$ 430 bilhões globalmente, tem registrado um avanço de 13% nos últimos cinco anos, o que equivale a uma média de 2,49% por ano. “Esse crescimento é sustentado pelo maior consumo de carne, leite e ovos”, destaca a empresa, em nota. A sétima edição da pesquisa é a mais abrangente até então, informa a Alltech, analisando 144 países e mais de 30 mil fábricas de ração. Os resultados mostram que a China, que produziu 186,9 milhões de toneladas em 2017, e os EUA, com 173 milhões de toneladas, permanecem como os principais países produtores, responsáveis por um terço de toda ração animal do mundo. “O crescimento se deve aos setores de alimentos para suínos, frangos e vacas leiteiras”, complementa. Os sete melhores países em produção de ração de 2017, em ordem da importância de produção, foram China, EUA, Brasil, Rússia, México, Índia e Espanha. Esses países contêm aproximadamente 54% das fábricas de ração de todo o mundo e juntos contabilizam 53% da produção total. Aves e suínos Na avicultura, a produção de ração para frango de corte cresceu em todas as regiões, segundo a Alltech. A África foi a que mais cresceu (+10%), e a Europa (+7%). Os líderes mundiais em produção de carne suína, China e Rússia, assumiram a liderança na produção de ração para suínos em 2017. Já para vacas leiteiras houve avanço em todas as regiões. A Europa, líder global no segmento, cresceu em média 2%. A África, como região, observou a maior alta (+10%).
DCI - 23/02/2018
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