segunda-feira, 29 de abril, 2019

Fabricantes investem na produção de por mercado premium e exportações

De olho no potencial de expansão do mercado premium e nas exportações, fabricantes do setor têxtil fazem investimentos no parque produtivo. Empresas estimam crescimento de até 30% em 2019. “Investimos R$ 20 milhões em uma nova planta industrial. O parque foi planejado já com capacidade de dobrar a produção, que é a nossa meta dentro de cinco anos”, declarou o vice-presidente executivo do Grupo Pasquini, Delton Batista.A empresa transferiu sua sede de São Paulo para o Vale do Itajaí (SC), após inaugurar, neste mês de abril, uma nova unidade de 25 mil metros quadrados, com capacidade produtiva de 500 mil peças por ano. Serão gerados 500 empregos diretos e quatro mil indiretos. Batista explica que a principal motivação da mudança foi ficar mais próximo de um polo com muitos fornecedores e colaboradores. “Percebemos oportunidades na moda premium, mas com características de modelagem brasileira. Temos um portfólio grande de produtos e esse projeto deixou claro a necessidade de mudarmos para Santa Catarina.”O executivo conta que a empresa atua na modelagem, corte, embalagem e expedição dos produtos “Dentro desse processo, temos uma série de parceiros. Também buscamos nos aproximar de startups, para atuar em projetos de inovação.”O grupo avaliou que existe uma carência no mercado de roupas de luxo no País. “É um segmento dominado por marcas globais, que muitas vezes não têm velocidade e variedade de produtos para atender o consumidor brasileiro. Boa parte dessas companhias não conseguem se adaptar a diversidade do Brasil. Um consumidor do Rio de Janeiro é muito diferente de um do Nordeste ou do Sul”, aponta. “Investimos R$ 20 milhões em uma nova planta industrial. O parque foi planejado já com capacidade de dobrar a produção, que é a nossa meta dentro de cinco anos”, declarou o vice-presidente executivo do Grupo Pasquini, Delton Batista.A empresa transferiu sua sede de São Paulo para o Vale do Itajaí (SC), após inaugurar, neste mês de abril, uma nova unidade de 25 mil metros quadrados, com capacidade produtiva de 500 mil peças por ano. Serão gerados 500 empregos diretos e quatro mil indiretos. Batista explica que a principal motivação da mudança foi ficar mais próximo de um polo com muitos fornecedores e colaboradores. “Percebemos oportunidades na moda premium, mas com características de modelagem brasileira. Temos um portfólio grande de produtos e esse projeto deixou claro a necessidade de mudarmos para Santa Catarina.”O executivo conta que a empresa atua na modelagem, corte, embalagem e expedição dos produtos “Dentro desse processo, temos uma série de parceiros. Também buscamos nos aproximar de startups, para atuar em projetos de inovação.”O grupo avaliou que existe uma carência no mercado de roupas de luxo no País. “É um segmento dominado por marcas globais, que muitas vezes não têm velocidade e variedade de produtos para atender o consumidor brasileiro. Boa parte dessas companhias não conseguem se adaptar a diversidade do Brasil. Um consumidor do Rio de Janeiro é muito diferente de um do Nordeste ou do Sul”, aponta. “Investimos R$ 20 milhões em uma nova planta industrial. O parque foi planejado já com capacidade de dobrar a produção, que é a nossa meta dentro de cinco anos”, declarou o vice-presidente executivo do Grupo Pasquini, Delton Batista.A empresa transferiu sua sede de São Paulo para o Vale do Itajaí (SC), após inaugurar, neste mês de abril, uma nova unidade de 25 mil metros quadrados, com capacidade produtiva de 500 mil peças por ano. Serão gerados 500 empregos diretos e quatro mil indiretos. Batista explica que a principal motivação da mudança foi ficar mais próximo de um polo com muitos fornecedores e colaboradores. “Percebemos oportunidades na moda premium, mas com características de modelagem brasileira. Temos um portfólio grande de produtos e esse projeto deixou claro a necessidade de mudarmos para Santa Catarina.”O executivo conta que a empresa atua na modelagem, corte, embalagem e expedição dos produtos “Dentro desse processo, temos uma série de parceiros. Também buscamos nos aproximar de startups, para atuar em projetos de inovação.”O grupo avaliou que existe uma carência no mercado de roupas de luxo no País. “É um segmento dominado por marcas globais, que muitas vezes não têm velocidade e variedade de produtos para atender o consumidor brasileiro. Boa parte dessas companhias não conseguem se adaptar a diversidade do Brasil. Um consumidor do Rio de Janeiro é muito diferente de um do Nordeste ou do Sul”, aponta. Batista revela que a empresa fez pesquisas no mercado internacional para adaptar produtos a realidade brasileira. “Isso inclui vestuário feminino, masculino e infantil, vestuários e calçados. Nosso portfólio é grande, composto por 1.500 peças por estação.”A Pasquini atua no varejo principalmente por meio de lojas multimarcas. Atualmente, o grupo está presente em três mil pontos de vendas. “Queremos chegar a 12 mil nos próximos cinco anos. Também temos um projeto de lojas próprias em pelo menos cinco cidades estratégicas do País nos próximos três anos.”A empresa tem como meta crescer 30% em 2019. “.O setor têxtil deve ter um crescimento de 2% a 4%. Mas mesmo durante a crise, o nosso grupo conseguiu ter um crescimento expressivo em função do nosso portfólio”, afirma Batista. Exportações O diretor comercial do grupo Kyly, Claudinei Martins, conta que a empresa está buscando conquistar espaço no mercado europeu. Como parte dessa estratégia, a empresa investiu R$ 40 milhões uma nova área de fiação. “Antes a empresa só trabalhava com a tecelagem, agora será responsável também pela produção do fio.” TÊXTIL Fabricantes investem na produção de por mercado premium e exportações Companhias avaliam oportunidades de crescimento em nichos com maior valor agregado e realizam aportes no parque fabril para sustentar planos de expansão no Brasil e no exterior Linha de produção do Grupo Pasquini: empresa transferiu sua sede para a região do Vale do Itajaí (SC) Linha de produção do Grupo Pasquini: empresa transferiu sua sede para a região do Vale do Itajaí (SC) FOTO: DIVULGAÇÃO RICARDO CASARIN • SÃO PAULOPublicado em 29/04/19 às 05:00 De olho no potencial de expansão do mercado premium e nas exportações, fabricantes do setor têxtil fazem investimentos no parque produtivo. Empresas estimam crescimento de até 30% em 2019. PUBLICIDADE inRead invented by Teads “Investimos R$ 20 milhões em uma nova planta industrial. O parque foi planejado já com capacidade de dobrar a produção, que é a nossa meta dentro de cinco anos”, declarou o vice-presidente executivo do Grupo Pasquini, Delton Batista.A empresa transferiu sua sede de São Paulo para o Vale do Itajaí (SC), após inaugurar, neste mês de abril, uma nova unidade de 25 mil metros quadrados, com capacidade produtiva de 500 mil peças por ano. Serão gerados 500 empregos diretos e quatro mil indiretos. Batista explica que a principal motivação da mudança foi ficar mais próximo de um polo com muitos fornecedores e colaboradores. “Percebemos oportunidades na moda premium, mas com características de modelagem brasileira. Temos um portfólio grande de produtos e esse projeto deixou claro a necessidade de mudarmos para Santa Catarina.”O executivo conta que a empresa atua na modelagem, corte, embalagem e expedição dos produtos “Dentro desse processo, temos uma série de parceiros. Também buscamos nos aproximar de startups, para atuar em projetos de inovação.”O grupo avaliou que existe uma carência no mercado de roupas de luxo no País. “É um segmento dominado por marcas globais, que muitas vezes não têm velocidade e variedade de produtos para atender o consumidor brasileiro. Boa parte dessas companhias não conseguem se adaptar a diversidade do Brasil. Um consumidor do Rio de Janeiro é muito diferente de um do Nordeste ou do Sul”, aponta. Batista revela que a empresa fez pesquisas no mercado internacional para adaptar produtos a realidade brasileira. “Isso inclui vestuário feminino, masculino e infantil, vestuários e calçados. Nosso portfólio é grande, composto por 1.500 peças por estação.”A Pasquini atua no varejo principalmente por meio de lojas multimarcas. Atualmente, o grupo está presente em três mil pontos de vendas. “Queremos chegar a 12 mil nos próximos cinco anos. Também temos um projeto de lojas próprias em pelo menos cinco cidades estratégicas do País nos próximos três anos.”A empresa tem como meta crescer 30% em 2019. “.O setor têxtil deve ter um crescimento de 2% a 4%. Mas mesmo durante a crise, o nosso grupo conseguiu ter um crescimento expressivo em função do nosso portfólio”, afirma Batista. Exportações O diretor comercial do grupo Kyly, Claudinei Martins, conta que a empresa está buscando conquistar espaço no mercado europeu. Como parte dessa estratégia, a empresa investiu R$ 40 milhões uma nova área de fiação. “Antes a empresa só trabalhava com a tecelagem, agora será responsável também pela produção do fio.” Ele explica que a empresa, sediada em Pomerode (SC), sempre exportou em seus 35 anos de existência, principalmente com foco na América Latina. “Nos últimos dois anos, desenvolvemos um projeto mais estruturado para Europa. Temos representantes de vendas na Itália, Inglaterra, Portugal e Bélgica, além de algumas lojas na Espanha.” Martins acredita que o grupo irá pelo menos triplicar suas vendas na continente em 2019. “Em 2017, o volume foi de 14 mil peças, no ano passado foram 60 mil. Para esse ano, imaginamos por volta de 200 mil.” A expectativa da Kyly registre um crescimento de faturamento no continente, alcançando mais de R$ 1 milhão.A principal aposta da empresa é a moda infantil. “É o nosso foco, como diferencial a qualidade do tecido e também o design tropical, remetendo à cultura brasileira, buscando um nicho de produtos com um preço mais elevado”, afirma o executivo. Em relação ao mercado interno, ele entende que está mais morno que o esperado. “Imaginávamos mais movimento nesse início de ano, mas continuamos otimistas. Nossas vendas estão indo bem os projetos de franquia em uma velocidade boa. Devemos superar a marca de 66 lojas. Não temos nenhum motivo para estar pessimistas.”
DCI - 29/04/2019
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